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Digitalização de bobines e cassetes

Digitalização de bobines, cassetes, DAT e outros formatos antigos: cada peça avaliada fisicamente, reproduzida em máquinas calibradas e gravada em ficheiros com qualidade de arquivo.

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Mãos a operar um gravador de bobines durante uma digitalização

Muitas transferências feitas hoje não têm controlo de qualidade adequado. Trazem defeitos que levam os clientes a acreditar que estavam no suporte original: má resposta em frequência, wow e flutter, velocidade errada ou instável. Uma boa transferência tira o máximo da fita antes de qualquer processamento, e é aí que se ganha ou perde a maior parte da qualidade.

Na Qualia cada fita é inspecionada antes de ser reproduzida. As máquinas são alinhadas para a fita, a velocidade e o azimute são verificados e a transferência é monitorizada num sistema calibrado do princípio ao fim.

Formatos que digitalizamos

Suporte Notas
Bobines de 1/4" 2 pistas e 4 pistas; incluindo velocidades lentas como 4,76 cm/s
Cassetes áudio
DAT Cópia digital para ficheiro
MiniDisc
CD e CD-R
PCM em Betamax / VHS Masters digitais gravados com processadores tipo PCM-F1
Discos de vinil, goma-laca e acetato Veja restauro de áudio
Outros formatos antigos Pergunte: recuperámos áudio de um cinto de ditafone IBM Magnabelt de 1965 com o CuriousMarc

Aceitamos peças individuais e grandes quantidades.

Como se faz uma digitalização

  1. Avaliação. Cada peça é avaliada fisicamente - tipo de fita, emendas, danos nas margens, cheiro, sinais de sticky-shed ou hidrólise do aglutinante - antes de ir para uma máquina.
  2. Tratamento e limpeza. As fitas com problemas de envelhecimento são condicionadas num ambiente seco antes de serem desenroladas, e o mecanismo é limpo entre fitas quando há perda de óxido ou de back-coat.
  3. Alinhamento da reprodução. Velocidade, formato de pistas, equalização e azimute são ajustados para essa fita específica.
  4. Captura. Gravação em alta resolução para WAV/BWF, normalmente 24 bits / 96 kHz para fontes analógicas, segundo as recomendações da IASA.
  5. Controlo de qualidade e entrega. Cada ficheiro é verificado. Recebe a transferência de arquivo sem processamento e, se quiser, uma cópia restaurada para audição.

Bobine vazia e caixas de fita BASF e Sony antigas na secretária do estúdio

O que recebe

  • Ficheiros master de arquivo (WAV/BWF) com metadados incorporados
  • Cópias restauradas e masterizadas para audição, opcionais: veja restauro de áudio
  • Um pequeno relatório sobre o estado do material e o que foi encontrado na transferência

Para instituições e coleções maiores, veja arquivos e preservação.

Perguntas frequentes

As minhas fitas são antigas, cheiram a vinagre ou estão pegajosas. Ainda podem ser reproduzidas?

Muitas vezes sim, mas não devem ser reproduzidas primeiro num leitor doméstico: uma fita pegajosa pode perder óxido e ficar ainda mais danificada numa só passagem. Contacte-nos antes de tentar; avaliamos e tratamos a fita antes da reprodução.

Não sei a velocidade nem o formato de pistas das minhas fitas.

É normal, e faz parte da avaliação. A velocidade, a disposição das pistas e a equalização são identificadas no estúdio antes da transferência.

Também limpam o som?

A transferência de arquivo fica sem processamento, como referência. O restauro - ruído, cliques, zumbido, wow e flutter - é um passo separado e opcional, feito sobre uma cópia. Veja restauro de áudio.

Posso enviar as fitas por correio?

Sim. Contacte-nos primeiro e explicamos como as embalar em segurança. Na zona de Lisboa também pode entregar o material no estúdio, em Sintra, por marcação.

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Descreva o material ou a música, o formato, a quantidade e o prazo, se houver. Respondemos com a forma como abordaríamos o trabalho.